segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Documentários sobre esporte (e algo mais): Ícaro, Les Bleus e Paratodos

segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Como vocês devem perceber pelas minhas postagens, eu curto uns documentários - Inclusive indico alguns sobre alimentação aqui e aqui, alguns históricos aqui e aqui e outros de interesses gerais aqui - Com a chegada de um documentário esportivo/investigativo que esperava há algum tempo na Netflix, resolvi indicar três filmes que falam sobre esporte, mas que não é só sobre isso:

Ícaro

Entrou no Netflix esse final de semana e e corri para ver. Estava esperando entrar desde que o trailer foi divulgado e não me decepcionou (apesar do inicio arrastado que tem uma razão de ser. Para nós brasileiros, a história teve mais atenção porque teve consequências dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro e foi coberto massivamente pela imprensa: o escândalo de doping russo.

A questão é que o documentário não era para ser sobre isso. Bryan Fogel é ciclista e fã de Lance Armstrong e queria mostrar a verdade sobre o doping nos esportes e como ele pode ser ocultado (como nos anos de competição do ciclista estrela até ele ser "dedurado" pelos companheiros de equipe). Bryan quer tomar substâncias e competir para saber o resultados e entrevistar especialistas no meio do caminho. Um deles decide ajudar nas indicações de remédios, injeções e técnicas para burlar os exames e desiste logo em seguida, indicado Grigory Rodchenkov, que era, nesse momento, o chefe do laboratório antidoping da Rússia.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Agnus Dei: feminino, feminista e o grande medo das mulheres

quarta-feira, 19 de julho de 2017


"Agnus Dei" entrou no Netflix ontem e corri para assisti. Era desejo antigo, de quando eu morava longe de cinemas que passavam filmes com legenda (e ainda francês, olha a audácia). Foi a reação do que eu estava esperando. "The Innocents" no original, narra a história da ajuda improvável de Mathilde (Lou de Laâge), uma médica francesa ateia e comunista, a religiosas de um convento que foram estupradas e ficaram gravidas e/ou com doenças venéreas durante a segunda guerra mundial.

É um longa-metragem sobre o feminino e também feminista e dirigido por uma mulher, Anne Fontaine. Passa pelo bechdel com sucesso (já falamos disso antes) e estranhamente o manic Pixie dream girl do filme é Samuel (Vincent Macaigne), médico judeu que está ali só para nos lembrar que Mathilde tem vida além dos muros do convento, trabalhando, saindo e transando com o companheiro de Cruz Vermelha. São vários ângulos de um grande medo das mulheres, o estupro, e suas personalidades diferentes reagindo ao ocorrido.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

"La La Land" é tudo isso mesmo que estão falando

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017


Em época de Oscar, renascemos como fênix para contar sobre esse filme. Assim que começou a chuva de prêmios, fiquei com um pouco de pé atrás com "LA La Land: Cantando as Estações" - mas muito muito pouco porque estava empolgada com um musical com Emma Stone e Ryan Gosling desde que vi no IMDB da atriz que esse projeto ia rolar.

Para quem estava escondido debaixo de uma pedra, a premissa é a seguinte: a aspirante a atriz e barrista Mia (Emma Stone) conhece o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) e eles se apaixonam enquanto tentam realizar seus sonhos na "Cidade das Estrelas", Los Angeles. Tudo isso com dança, sapateado, gente cantando, muitos instrumentos e essa química ABSURDA que une Emma e Gosling, em seu terceiro trabalho juntos. 

(Pausa para esse gif maravilhoso de "Amor à Toda Prova" porque eu quero. É o Gosling sarado, gente, vocês fariam o mesmo)




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