quarta-feira, 11 de março de 2015

Porque todo mundo deveria ver - e ficar um pouco obcecado com - "Unbreakable Kimmy Schmidt"

quarta-feira, 11 de março de 2015


"Unbreakable Kimmy Schmidt" estreou no Netflix na semana passada, mas só fui assistir agora. Já tinha uma good vibe pela série por ela estrear no dia do meu aniversário (e por ter um trailer ótimo, e pela produção, etc, etc) e respondeu a todas as minhas expectativas, de um nível que assisti os 13 episódios quase de uma tacada só - apesar de alguns dizerem que isso significa que estou escondendo sentimentos de solidão, mas eu tava me divertindo muito mesmo.

A série é sobre Kimmy, uma mulher que viveu 15 anos sequestrada em um bunker por um culto sobre a chegada do apocalipse - Jon Hamm é o reverendo de barba e rabo de cavalo. Quando as "mulheres toupeiras" são liberadas, Kimmy decide não voltar para sua cidade natal e se muda para New York, onde passa a morar com o maravilhoso Tituss. Todos os episódios são curtos, menos de 30 minutos, com roteiro rápido, cheio de piadas pra quem já tem a referência e personagens secundários maravilhosos.

A música é chiclete, você vai cantarolar pra sempre, e não estranhe se você acha que conhece, é a mesma remixagem do "Bed Intruder Song", é basicamente uma homenagem a esse clássico da internet - vai decorar frases de efeito, vai ficar obcecado, enlouquecido e ainda vai levantar mãozinha quando perceber que é comédia, mas uma que faz piadas possíveis sem ofender gays, negros e mulheres - tipo essa lista de momentos feministas da série que o Buzzfeed criou, que além de ótimos, são engraçadíssimos.

Tina Fey e Robert Carlock são os criadores da série (eita dupla maravilhosa). Ellie Kemper encabeça o elenco que ainda tem Jane Krakowski (sendo "30 Rock" mas ainda sim um dos meus personagens favoritos), Tituss Burgess (#teamtituss), além de várias participações especiais. Acho que vocês deveriam assistir, heim! Troll the Respawn, Jeremy!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários

Coisas Infinitas © 2014