sexta-feira, 3 de abril de 2015

"Saga Ruiva": como eu comecei a pintar o cabelo e fiquei acobreada

sexta-feira, 3 de abril de 2015


Meu cabelo é esse aqui atualmente (ignorem a luz branca que dá esse efeito meio neon esverdeado)

Certa vez li uma entrevista da Florence "The Machine " Welch sobre a vez que ela pintou o cabelo de castanho e não se reconheceu e me identifiquei muito. Meu cabelo é castanho, daqueles claros que na infância eram loiros e que depois ficam, como minha mãe gosta de chamar, "cor de burro quando foge". Então desde muito tempo eu queria dar fim naquele castanho-acinzentado-indefinido e fiz um acordo com minha mãe: depois dos 15 anos, fotos, festinha e etc., eu faço o que quiser com meu cabelo.

Então comecei nos reflexos castanhos, luzes e coisas que não fossem tão radicais até que percebi: por que eu não posso ser ruiva? 10 anos depois continuo sendo acobreada e dando a impressão de que nasci assim (e desenvolvi até sardas para perpetuar "a mentira"). Pra quem me pergunta, eu sou muito franca e explico qual cor eu uso, como cuida e etc.

(Bate aqui Florence, também não vou muito com a cara do meu tom de cabelo original)

Queria fazer esse post para dividir um pouco desses conhecimentos "ruivisticos" através do blog. Apesar de não ser profissional, já passe vários perrengues com meu cabelo porque decidi que ia fazer tudo sozinha - ouvia histórias terríveis de cabeleireiros que erravam o tom e preferia brigar comigo mesma do que com terceiros. 

Apesar de ter começado com ruivos avermelhados - e uma passagem pelo tom vermelho/fucsia fantasia - me encontrei nos acobreados. Há seis anos, entre tons claros e mais escuros, tenho o tal "ruivo natural" gastando quase sempre muito pouco para manter. A ideia dessa "saga" é dividir o conhecimento que adquiri nesse tempo - lembrando que não sou profissional, só cuido dos meus fios há mais de uma década - e aprender o que vocês andam fazendo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários

Coisas Infinitas © 2014