domingo, 11 de outubro de 2015

Como fui fisgada por "How to Get Away with Murder"

domingo, 11 de outubro de 2015


Eu sobrevivi ao buzz de "How to Get Away with Murder" até que a série entrou no Netflix. Não consigo assistir séries religiosamente porque esqueço (sim, não há um motivo plausível, eu simplesmente esqueço). Então, depois de ouvir um milhão de vezes que deveria ver, tentei o primeiro episódio. Depois disso, Binge-watching.

A série é sobre advogados, mas não é o que estamos acostumados: apesar de ter um caso do dia, o roteiro é coeso. Desde o início acompanhamos um assassinato, vamos ver como eles se safam disso (How to Get Away with Murder, não é gente?). A linha temporal é genial, o que te leva e traz de volta na história por vários episódios até que chega ao primeiro climax no capítulo nove (sem enrolar, 15 capítulos com inicio, meio e fim).



Para quem ao menos sabe mais ou menos do que se trata, o rosto de Viola Davis é o que vem a cabeça. Ela é Annalise Keating, uma advogada fodona que dá aula de direito criminal e escolhe quatro estagiários para ajudá-la nos casos. São eles e mais dois advogados que tocam os casos e são envolvidos em um assassinato, o fio condutor da primeira temporada. E acho que esse é o segredo da maratona de "How to Get Away with Murder", um triller que segura mesmo sabendo quem morreu e quem matou, o que você quer saber mesmo é se eles vão ser pegos.

A segunda temporada já começou, mas confesso que estou trabalhada no medo. Todos os meus amigos falam de como Shonda Rhimes vai quebrar meu coração no futuro, mas por enquanto continuo com essa série maravilhosa.


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